Rodrigo Lorenzoni, deputado estadual pelo Rio Grande do Sul, destinou R$ 1,2 milhão em emendas parlamentares para Porto Alegre neste mandato. Os recursos serão distribuídos em quatro áreas estratégicas: R$ 850 mil para saúde (Santa Casa, Instituto de Cardiologia, Hospital São Lucas da PUCRS, Banco de Olhos e HPS), R$ 150 mil para inovação e trabalho (Instituto Caldeira e Junior Achievement), R$ 100 mil para segurança pública (11º Batalhão de Polícia Militar) e R$ 100 mil para desenvolvimento social (Rede de Proteção à Família). O aporte demonstra a visão multifacetada de Lorenzoni para desenvolvimento integrado da capital.
“Porto Alegre é o coração do Rio Grande do Sul. Investir na capital é investir em saúde, inovação, segurança e proteção social – pilares fundamentais para uma cidade que funciona e acolhe suas pessoas.”
A distribuição estratégica de recursos reflete o entendimento de Lorenzoni sobre os desafios multidimensionais da capital. Saúde de qualidade, inovação para gerar emprego, segurança pública eficiente e rede de proteção social são interdependentes e essenciais. O investimento em instituições de referência como Santa Casa, Instituto de Cardiologia e Hospital São Lucas reafirma o compromisso com saúde de excelência.
Lorenzoni reiterou seu engajamento: “Porto Alegre terá meu apoio contínuo. Continuarei articulando recursos para que a capital tenha saúde, segurança, inovação e proteção social que seus habitantes merecem.”
Rodrigo Lorenzoni é médico veterinário, sócio-diretor do Hospital Veterinário Lorenzoni e deputado estadual, reeleito para o segundo mandato com 85.692 votos (terceiro mais votado). Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, com extensão na School of Business Administration da Universidade de Miami (EUA).
Rodrigo Lorenzoni é autor da Lei da Liberdade Econômica do Rio Grande do Sul e da Emenda Constitucional que protege os símbolos do Estado, uma medida necessária para impedir que a extrema-esquerda mudasse a letra do hino rio-grandense. Também é dele o projeto aprovado na ALRS que extingue a taxa de licenciamento de veículos, uma taxa injusta cobrada anualmente dos gaúchos.